É possível ganhar sem um craque?

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Fonte: Google Imagens

Seguindo com a serie de artigos  relacionando o que acontece no gramado com o mundo corporativo no jogo de sexta-feira entre Brasil e Colômbia tivemos a saída antes da hora do nosso craque Neymar da Copa de Mundo de 2014. Foi muito triste ver o nosso craque em uma maca indo para um hospital, um menino de 22 anos que se preparou para jogar a sua primeira Copa, estava empolgado com a ideia de ser campeão em seu país. Depois dos exames foi confirmado, Neymar está mesmo fora da Copa e já foi para sua casa em Guarujá, SP.

Com certeza foi uma notícia que abalou todos da equipe e é claro uma nação inteira. Alguns ficaram com a sensação de que o jogo foi perdido e que a Copa estava acabada. Outros ficaram com a sensação de que agora sim tinham que jogar melhor ainda para vencer a partida e oferecer a vitória ao amigo que sempre colaborou com todos para que tudo fosse bem feito. Agora ao líder da equipe cabe escolher o substituto de Neymar, prepara-lo para um jogo difícil mas não impossível de ganhar, dar força para a equipe, saber encontrar um novo caminho que os levem ao sonho de ser campeão para poder dedicar, em especial essa vitória ao amigo, que sai dass próximas partidas para voltar em 2018 totalmente recuperado e assim realizar seu sonho interrompido, ser campeão do mundo.

Situação como estas também podem acontecer no mundo corporativo. Quem já não foi surpreendido pela saída de cena de colegas que até o dia anterior estavam ao nosso lado “trombando na área” “cabeceando as bolas” e fazendo um “golaço”. O mundo corporativo é assim cheio de surpresas e cheio de emoções fortes como uma Copa.

Como um técnico de futebol, um líder deve estar preparado para fazer substituições em sua equipe. Claro que não podemos manter os jogadores no banco esperando alguém se “contundir” para assumir a função e é certo que não encontremos tantos “craques” no mercado para substituir uma peça fundamental da equipe mas é possível ganhar um campeonato sem um craque.

Isso aconteceu em 1962 quando Pelé se contundiu no empate por 0 a 0 com a Checoslováquia, a segunda partida do Brasil naquela Copa. Pelé foi substituído por Amarildo, que brilhou no jogo seguinte, a vitória por 2 a 1 sobre a Espanha, quando marcou dois gols e ainda marcou mais um gol no final.

Para nossa felicidade Pelé voltou a brilhar em 1970 e o ex-jogador Amarildo pode ensinar a receita para quem precisa substituir algum companheiro de trabalho, para ele “Quem é que vai entrar não interessa. Interessa é que quem entrar no lugar dele mostre todo o potencial e faça o melhor”

Para um bom líder a receita é ter pessoas preparadas pra uma eventual substituição e confiar na sua equipe.

Vencer sem um craque é possível, jogar sem a união da equipe e compreensão da torcida (dos demais membros da empresa) é derrota na certa! Sim é possível!

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