Pessoas com deficiência e o mercado de trabalho

As PPD (Pessoa Portadora de Deficiência) também devem colaborar com as empresas quando o assunto é qualificação profissional
Um dos maiores desafios das pessoas que possuem alguma deficiência é entrar no mercado de trabalho. Seja qual for o tipo de deficiência sempre existe a barreira do preconceito quanto à capacidade de trabalho dessas pessoas.
Desde 1991 temos a lei Nº 8.213 que obriga as empresas, que possuem mais de 100 funcionários, reservarem de 2% a 5% para os deficientes, mas ele tem surtido efeito somente a partir de começo dos anos 2000 quando o governo realmente começou a cobrar das empresas a disponibilização dessas vagas.
O governo vem fazendo a as parte no tocante ao apoio as pessoas portadora de necessidades especiais, apesar de convenções internacionais preferirem chamar as pessoas com algum tipo de deficiência de “pessoas com deficiência” prefiro o termo pessoas portadoras de necessidades especiais, pois na essência todos somos iguais apenas mudando o tipo de necessidade que temos como, por exemplo, dificuldade de locomoção ou de fala que podem acontecer não somente com o nascimento, mas também pela idade.
O mercado de trabalho precisa se adequar

as pessoas portadoras de necessidades especiais, mas também é preciso que essas pessoas procurem se adequar ao mercado principalmente aquelas pessoas mais humildes onde o desafio de um bom estudo é um desafio também  para as pessoas que não tem problemas com surdez, locomoção ou visão.

Tenho visto muito emprego para pessoas portadoras de necessidades especiais porem esses é sempre para posições que não exigem muito estudo e onde geralmente não há um plano de carreira adequado como se uma pessoa com algum problema de locomoção não fosse capaz de aprender estratégia , planejamento ou qualquer atividade profissional somente porque tem problema em uma perna ou braço.
As PPD’s (Pessoa Portadora de Deficiência) também devem colaborar com as empresas quando o assunto é qualificação profissional, estas devem procurar fazer cursos profissionalizantes que se adequem ao seu perfil e vocação e assim procurar oferecer algo a mais para a empresa.Tenho certeza que ao agir dessa maneira todos vão sair ganhando.
Pedro Paulo Galindo Morales é Graduado em Gestão, Pós- Graduado em Controladoria e Técnico em Contabilidade.  www.pedropaulomorales.com, pedropaulomorales@yahoo.com.br

 

 

 

 

 

 

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