A violência nas empresas

        A violência física está chegando ao mundo corporativo. Na cidade de São Leopoldo no Rio Grande do Sul, um funcionário de acabou morto pelo chefe durante o expediente devido a uma desavença no horário de tomar café. Apesar de a violência física não ser constante no mundo corporativo é preciso tomar cuidados para que ela não se torne uma rotina no mundo corporativo, pois se tem muito problemas com outros tipos de violência como o assédio moral e sexual.

Com o início da pandemia da Covid 19 as empresas enfrentaram grandes dificuldades e quando a pandemia deu sinais de que iria embora o mundo foi surpreendido pela guerra da Rússia x Ucrânia que causou mais problemas econômicos como aumento dos preços das comodities. Para se ter uma ideia a Ucrânia e Rússia representam mais de 30% da demanda mundial de trigo e 10% do comércio global de alimentos e isso naturalmente impacta os negócios e a vida de milhões de pessoas.

Esse clima de incerteza que estamos vivendo abala o equilíbrio emocional das pessoas onde pequenos incidentes como uma mera desavença por causa de um cafezinho fora do horário foi transformado em um assassinato. É certo que para tudo devemos ter regras, as regras são essenciais para podermos conviver melhor com as pessoas dentro de um ambiente, mas chegar ao ponto de cometer um crime porque um funcionário descumpriu uma é um fato gravíssimo. Se o funcionário estava descumprindo uma regra constantemente não seria mais prudente demiti-lo?

O psicólogo americano Abraham Maslow mapeou no seu trabalho “A hierarquia de necessidades de Maslow”, que define que o ser humano tem tipos de necessidades como as básicas (fisiológicas e segurança) e as Psicológicas (sociais, estima e autorrealização) e observa ainda que enquanto o ser humano não tiver a necessidade dos níveis básicos satisfeitas fica difícil avançar para os níveis acima.

É possível que a situação mundial e brasileira esteja influenciando esse tipo de comportamento por parte do ser humano, pois sem as necessidades básicas como alimentação, moradia e segurança para ir e voltar do trabalho e até permanecer nele estejam influenciando causando essa situação de desequilíbrio entre os seres humanos.

Vamos refletir e sucesso!

Sobre pensar e ter pensamentos

As vezes um pensamento vem a cabeça de uma hora para outra, de modo aleatório sem que se saiba de onde veio e começa a trazer dúvidas sobre nossos planos ou até mesmo medo. Esse tipo de pensamento é conhecido com pensamento intrusivo ou simplesmente “pensamento invasor”.

Os pensamentos intrusivos são aqueles que quando aparecem costumam causar pânico e medo, são pensamentos que podem começar com um simples “Será que vai dar certo?” e terminar em pensamentos limitantes, aqueles que geram medo, ansiedade e infelicidade. Continuar a ler

A águia e o burro

Em uma floresta a águia e o burro discutiam calorosamente. O burro afirmava para a águia que a grama era azul e a águia tentava convencer o burro que a grama era verde. A discussão levou horas e juntou vários animais para acompanhar a discussão. A discussão chegou a um tal ponto que a bicharada chegou a tomar partido do burro, achando realmente que a grama era azul!

Já quase anoitecia quando o leão, Rei da Selva chegou para ver o que estava acontecendo. Vendo a discussão o Rei da Selva chamou a águia e o burro de lado para saber que alvoroço era aquele.

 Imediatamente o burro disse que a águia passou o dia o importunando dizendo que a grama era verde e perguntou “Vossa Majestade, a grama é azul? O Leão logo disse, tem razão burro a grama é azul! Então o burro exigiu uma punição para a águia. O leão atendeu o pleito do animal e declarou “Você águia, como castigo ficará cinco anos em silêncio”.

O burro saiu vitorioso e continuou a caminhar pela floresta dizendo que a grama era azul e a sua afirmação era tão convicta que alguns animais passaram a segui-lo pela floresta.

A águia aceitou sua punição e perguntou “Vossa Majestade, por que me castigou? afinal a grama é verde “. O Rei Leão explicou.  “Tem razão, a grama é verde e nem que o burro desse um jeito de pintá-la de azul ela sempre será verde”! E continuou explicando que a punição não estava relacionada a discussão e sim por sua atitude pois ele não entendia como uma ave conhecida por sua força, agilidade e perspicácia poderia discutir com um burro sobre uma coisa tão evidente como a cor da grama e ainda ajudar o burro, com a discussão, a propagar suas ideias!

A pior coisa que existe é discutir com uma pessoa tola que não busca a verdade e só quer propagar suas crenças e ilusões. Pessoas assim apenas se preocupam em sair vitoriosas, por mais evidências que tenham insistem em não compreender o ponto de vista dos outros e a propagar suas “verdades”. Infelizmente quando discutimos com pessoas tolas e com crenças fervorosas sobre determinado assunto acabamos causando o efeito backfire, o popular tiro pela culatra pois de tanto repetir a verdade acabamos dando chance para que as pessoas ao menos parem para escutar um pedacinho do discurso do tolo para conferir se o que ele fala tem o fundo de verdade. O curioso é que as vezes por mais evidências que se tenha, fica difícil de saber quem fala a verdade!

Vamos refletir e sucesso!

O Contexto Certo

Em uma estação de metrô em Washington, Estados Unidos um homem com boné de beisebol e um moletom surrado pelo tempo, tocava solitário com seu violino músicas clássicas e pedia uma contribuição. O homem tocou durante foras seguidas e apenas sete pessoas dentre os milhares que passaram pela estação naquele dia pararam para ouvi-lo e deram algum trocado para o artista de rua anônimo que se apresentava.

Esse artista de rua era o consagrado violonista americano Joshua Bell que a convite do jornal americano Washington Post aceitou fazer se passar por um artista de rua.  Conforme o resultado da experimento apenas 27 pessoas ajudaram o músico e dentre estas apenas sete pararam para ouvir e apenas uma o reconheceu dando ao famoso violonista uma ajuda de US$ 20. Curiosamente dias antes Bell tinha se apresentado com o mesmo repertório no Symphony Hall de Boston, com ingressos a US$ 1 mil por pessoa, muito mais do que os US$ 57 dólares incluindo os 20 dólares da mulher que o reconheceu. O valor arrecadado vou doado a uma instituição de caridade.

Esse experimento feito pelo jornal Washington Post ajuda entender um pouco da dinâmica do sucesso profissional e até mesmo pessoal.

Muitas vezes ficamos pensativos e nos sentimos culpados por não ser bem-sucedido, por não reconhecerem o nosso trabalho dentro de uma organização ou até mesmo nos conseguimos entender o motivo pelo qual somos excluídos até mesmo de um círculo de amizade ou família.

O experimento do jornal Washington Post mostrou que muitas vezes estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto, devemos compreender também que tudo na vida muda de contexto ao longo dos anos ainda mais quando se passa por uma pandemia como a da COVID 19.

Talvez você esteja lamentando porque não tem o mesmo sucesso profissional de antes, não tem mais amigos de antes ou até mesmo o amor que um dia existiu, porém precisamos analisar como esta o nosso contexto de vida agora. Quais são nossas aspirações? Como estamos nos comportando frente aos novos desafios? Que tipo de conduta estamos tendo para com as pessoas? Qual é o contexto do mundo agora? Estas respostas apenas você sabe, então te convido!

Vamos refletir e sucesso!