Desempenho e Resultado. Jogo Final

A Copa do Mundo acabou para o Brasil! Foi um jogo bom, cheio de jogadas interessantes e de emoção, criamos muitas oportunidades de gol, mas não chegamos ao nosso objetivo: O gol, que nos levaria as quartas de final.

Na análise de Tite o time jogou bem, teve equilíbrio em campo, atacou bem e apresentou qualidade técnica. Para ele o time perdeu porque no contexto da situação, o jogo, a Bélgica foi mais efetiva pois transformou oportunidades em gol. Muitos dirão que o primeiro gol foi contra, mas quantas vezes somos beneficiados pela sorte ou por fatores aleatórios como chamou Tite.

Para o técnico quando se fala em sorte está se desprezando a competência de um time, o trabalho feito. Como o treinador analisou “talvez tenha faltado competência em algum momento, mas não dedicação”. Concordo com Tite, quando ele fala que o “aleatório é duro” e sufoca a competência, muda o curso de um trabalho bem feito, de uma história. Caso isso venha acontecer nunca devemos baixar a cabeça.

Da partida Brasil e Bélgica podemos tirar várias mensagens para o mundo corporativo. Estas devem ser analisadas e devem compor a lista das lições aprendidas.

Equilíbrio emocional: É preciso entender que a vida é feita de contexto e que em determinadas decisões ou atitudes fizemos o melhor com o recurso que tínhamos no momento.

Planejamento: Fica o recado:  devemos sempre prever os fatores aleatórios que podem aparecer pelo meio do caminho como no caso do jogo o goleiro Thibaut Courtois que estava na retaguarda para agarrar os chutes ao gol.

Treinamento da Equipe: Com certeza o goleiro Courtois e os demais jogadores da Bélgica treinam todos os dias para minimizar os fatores aleatórios de suas funções, ou seja, aprimoram as competências.

Aprendizado e Crescimento: Hoje o futebol não é mais privilégio do brasileiro, o jogo de bola está globalizado e conectado. O aprendizado é democrático, constante e está espalhado pelo mundo, nossos jogadores e técnicos estão nos melhores times, ensinam e aprendem a todo instante. Em uma empresa também é assim o conhecimento está democratizado pelas universidades, pessoas que se dedicam dia e noite para aprender e ensinar com a missão de oferecer novos produtos e serviços para os clientes, serem mais efetivos e chegarem ao tão sonhado gol.

Resiliência: Tite falou que a torcida deve começar a entender que a era do é “Extraordinário ou nada” já passou e que é preciso analisar o conjunto da obra, saber aprender com os erros e valorizar os acertos. No mundo corporativo se queremos inovação ´preciso ter equilíbrio e resiliência mesmo quando as coisas não dão certo.

A Copa do Mundo acabou para o Brasil, é uma pena!  Hexa somente daqui a quatro anos. Quanto a você leitor, pode corrigir seus erros e potencializar seus acertos e recomeçar amanhã. Vamos refletir sobre isso e sucesso!

Pedro Paulo Galindo Morales é Especialista em Controladoria, Graduado em Gestão e Técnico em Contabilidade. Atua como Coordenador de Conteúdo do Blog Falando de Gestão e é Professor EAD. www.pedropaulomorales.com, pedropaulomorales@yahoo.com.br

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