Porque Silvio Santos não vai falir

Desde que foi anunciado os problemas do Banco Panamericano venho lendo muita coisa na internet, mas a verdade é uma só alguém neste caso errou e errou feio e colocou o Grupo Silvio Santos em apuros, conforme Luiz Sandoval é um dos principais escudeiros do apresentador e empresário Silvio Santos em entrevista ao Estadão.com.br  o grupo foi pego de surpresa e este é o primeiro mais dramático episódio na história do grupo, ele não sabe se houve fraude e em um primeiro momento não quer acusar ninguém mas disse que vai investigar e para isso contratou a PricewaterhouseCoopers, para fazer uma minuciosa apuração dos fatos através de uma auditoria.

Sandoval disse ainda que Silvio Santos não gostou do episódio e diz que o Banco Panamericano poderá ser vendido se houver uma boa proposta mesmo porque Silvio não se sente banqueiro e admite vender qualquer negócio menos o SBT que segundo se especula estaria despertando interesse de empresários como Eike Batista , Edir Macedo ou ate mesmo um dos herdeiros de Roberto Marinho. Sandoval afirmou que apenas uma parte, uns R$ 700 milhões, dos R$ 2,5 bilhões, serão necessários para cobrir perdas patrimoniais o restante vai direto para o caixa do banco.

Uma coisa é certa não se pode negar que Silvio Santos é um empresário de sucesso há mais de 40 anos e não deve ser condenado por um acidente de percurso me parece que o Grupo sofreu uma perda grande quando em 2007 resolveu extinguir o carnê do Baú da Felicidade, no qual os clientes pagavam mensalmente e concorriam a prêmios na TV e trocavam por mercadorias ao final do pagamento das mensalidades, motivada pela grande oferta de crédito destinada aos tipos de produtos não havia mais mercado para esse tipo de produto, os sonhos eram antecipados devido ao crédito abundante. Com o fim do carnê, Silvio Santos resolveu transformar as Lojas do Baú em uma das maiores redes de produtos eletrônicos do mercado, passando a competir com as grandes lojas de departamento para isso o grupo do apresentador passou então a investir no varejo tradicional. Atualmente, são 40 lojas em São Paulo, 85 no Paraná e uma em Minas Gerais. As aquisições também ajudaram a empresa a crescer. Em 2009, a rede comprou a paranaense Dudony, que possuía cerca de 100 lojas.

Reproduzo aqui uma mensagem do site oficial da Jequiti que mostra muito bem a caminhada de Silvio Santos “Senor Abravanel, que não se deixa desanimar pelas adversidades, que de um simples camelô, desenvolveu empresas fortes, gerou milhares de oportunidades de empregos, criou autonomia e independência financeira para muitas famílias brasileiras e realizou sonhos de milhões de pessoas”.

Depois desta mensagem eu digo Silvio Santos, não quebra!!!

A Importância do Orçamento para as Empresas.

Por Pedro Paulo Galindo Morales

Orçar na linguagem náutica significa colocar a vela a favor do vento como meio de que a embarcação atinja o seu objetivo. É dessa maneira que o orçamento faz com as empresas as direcionam para os objetivos.

A necessidade de orçar é muito antiga porque o homem sempre precisou fazer algumas previsões para estocar comida durante o inverno e com isso desenvolveu as primeiras praticas orçamentária. A palavra orçamento deve-se aos antigos romanos que coletavam impostos e também foi utilizada para as bolsas de tesouraria e os funcionários que a usavam. Na França o termo era conhecido como bougue ou bogutte e vem do latim, entre 1400 e 1450 o termo bouguett tornou-se parte do vocabulário inglês. A historia do orçamento empresarial teve sua origem na administração pública e foi utilizado como instrumento de planejamento e controle das operações empresariais na Du Pont nos Estados Unidos em 1919 sendo que entre os anos de 1950 e 1960 ele ganha relevância com uso pelas grandes empresas.

Toda empresa quer ela seja grande, média ou pequena sempre existe um planejamento por mais simples que seja com uma missão, valores e visão, é claro que nas grandes empresas existem os Planejamentos Estratégicos com suas missões bem definidas, valores que norteiam os negócios e a visão de com a empresa deseja ser vista daqui por exemplo a 5 anos.Nas empresas pequenas o planejamento estratégico pode ser um simples pedaço de papel onde o proprietário escreve o que deseja e como deseja alcançar o objetivo.

O orçamento tem uma missão muito importante, pois é um plano que onde esta contida as quantidade de recursos (materiais, horas trabalhadas ou recursos financeiros) capazes de conduzir a empresa aos seus objetivos, conforme Padoveze (2004, p 128), o orçamento deve conter alguns propósitos gerais como: a) orçamento como sistema de autorização: o orçamento aprovado é um meio de autorização de recursos para todos os setores da empresa; b) um meio para projeções e planejamento, as peças orçamentárias serão utilizadas para os processos de projeções e planejamento permitindo estudos para períodos posteriores. c) um canal de comunicação e coordenação, é um instrumento para comunicar e coordenar os objetivos corporativos e setoriais; d)um instrumento de motivação, ele permite um grau de liberdade de atuação dentro das linhas aprovadas;e) um instrumento para avaliação e controle, avalia o desempenho dos gestores e controla os objetivos corporativos e setoriais. f) uma fonte para a tomada de decisão, por conter os dados previstos e esperados é uma ferramenta fundamental para a tomada de decisões sobre os eventos econômicos diários de responsabilidade dos gestores operacionais.

Esta importante ferramenta de gestão deve acompanhar a estratégia da empresa, o seu acompanhamento e controle devem ser constantes para que se possam atingir os objetivos planejados para o período assim com um barco a vela de aportar em seu porto de chegada.